Família

O HÓSPEDE

. Eram muitos quilômetros a serem percorridos, a pé ou em lombo de mula, entre um povoado e outro. Às vezes a noite surpreendia o caminheiro ainda longe do

Leia mais...

ARTES NA VARANDA

. Na tarde escaldante revisito, pela memória, outras tardes, mais amenas, embora também ensolaradas… A sala ampla de Dona Néia Alvim abria-se para receber minha mãe e eu. Minha mãe ia receber

Leia mais...

CRÔNICA DE NATAL

. O som de cantos natalinos alcançava e dissipava meus sonhos. A cama estranha que acomodava de improviso os primos que caíam sonolentos – nossos pais ceavam – nem

Leia mais...

CADERNO DE DESENHO

. O grosso caderno de capa verde e páginas numeradas, que meu avô deu à minha mãe, lembra um livro de atas, embora seja essa apenas uma primeira impressão. Nele

Leia mais...

CHAPÉU E LENÇO

. Meu avô paterno era um grande contador de casos. Como viveu a maior parte da vida em cidades interioranas de Minas e Goiás, a origem de seu rico

Leia mais...

LIVROS E BORDADOS

. Entre as imagens mais antigas registradas em minha memória estão os paninhos bordados pela minha mãe, que ficavam sob o abajur, sob a travessa de louça, sobre a mesa e

Leia mais...

SER MINEIRO É…

. “Mineiro Mineral” . . Minas Gerais não é apenas um rostinho bonito! É um “ali” quase infinito Que vai de onde as vistas alcançam até onde os pés cansam.

Leia mais...

TEMPERO BOM MINEIRO FAZ

. Coloco sobre a bancada da cozinha os ingredientes para o preparo do almoço. É feriado e a manhã gelada faz desejar o aconchego da cama e do livro abandonados. O

Leia mais...

POEMA PARA AS MÃES

. . . . . Eu saí de suas entranhas  ela adivinha meus projetos mais secretos: aconselha como se não e espera meus acertos e me ama nos meus

Leia mais...