

Beijo&Carinho,

Beijo&Carinho,

Eu estava devendo a este espaço a publicação do prefácio que fiz ao livro Antologia da Palavra, de Eduardo Bornelli de Castro. Espero ter conseguido sugerir a beleza

CURA Sob as Tuas asas eu me escondo sempre, seja ao meio-dia ou se pondo o sol. Vírus algum ao Teu controle foge: Tu equilibras

CANTIGA Tamborim na noite, desperta a chuva tantos flautins: Lirim lirim lirim Solfeja a noite – tão ritmada – vestida

MATIZ A lua em seu curso a Deus obedece. É Ele quem tece os véus de seu uso. É Deus

NÃO PODE O BARRO Não pode o barro escolher os traços do acabado artefato do artesão criador. Por isso, Oleiro, me convém (sou

Em plena via a flor do cacto – no ato, a poesia . . Beijo&Carinho, . Imagem destacada

Em tempos em que enorme rapidez mal separa ideia, escrita e publicação, pode parecer ultrapassado o que vou dizer aqui. Pode parecer, mas não é.

Se para os poetas (homens) nunca foi muito fácil serem reconhecidos por sua arte, a situação da mulher poeta sempre foi muito mais complicada, pois ela precisou, primeiramente, aprender