memórias

PRECIPITAÇÃO

  Eu quero sempre mais que o tempo permite e essa gula me paralisa e só aumenta meu querer tornado impossível. Há contas por fazer, mas na cama os

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SIQUEIRIIINHA!… QUAREEESMA!…

“Siqueiriiinha!… Quareeesma!” Apenas escurecia, mas o grito da Lupércia, mãe do menino, conseguia, ao menos durante aqueles quarenta dias, trazê-lo mais cedo para casa

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VOCÊ VIU O PASSARINHO AZUL?

. Minha bisavó era o tipo de avó aconchegante que hoje não se encontra mais. Era baixinha e gorda, de cabelos curtos e brancos, e usava vestidinhos simples e retos que

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FLORES SOBRE A MESA

Uma das lições que aprendi com minha mãe – dessas que se aprendem pelo gesto, sem que seja necessário que alguém faça grande ou nenhuma preleção sobre o assunto

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COLEÇÃO DE BONECAS

  Não me lembro de como soube; talvez através de uma reportagem na TV, talvez em alguma revista… faz tempo! Creio que na altura em que tomei conhecimento de

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ABRIR AS JANELAS DO MUNDO

. . Uma ex-aluna me enviou a imagem abaixo, em que uma professora parece esboçar um cubo na lousa, mas acaba por desenhar uma janela. O que parecia ilustrar

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A PERCEPÇÃO DA NUANCE

. . Punham-me para dormir na sala do pequeno apartamento, num edredom dobrado onde também dormia meu irmão. Éramos crianças e visitávamos nossos tios em São Paulo. Meu irmão,

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UNS BRINCOS

. . Quando minha avó morreu, meu pai estava com ela. Ele fechou-lhe os olhos enquanto os seus ficavam cheios de lágrimas, o que os deixou momentaneamente mais verdes.

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