
“O CACTO” – POESIA DE JUSSARA N REZENDE
Em plena via a flor do cacto – no ato, a poesia . . Beijo&Carinho, . Imagem destacada

Em plena via a flor do cacto – no ato, a poesia . . Beijo&Carinho, . Imagem destacada

. LUÍSA . . Feito brisa em minha vida entrou Luísa. . Deslumbrou retinas enlouqueceu rotinas e prendeu com laços espaços no meu coração. . .


SOMATÓRIA Se somadas, as noites darão um mês? Quem fez supor que o tempo e seu açoite bons matemáticos seriam da emoção?

. Um poeminha que brinca com as ideias de “fora” e “dentro”, de “choro” e “chuva”. A janela, perto da qual se encontra uma silhueta feminina, faz supor o

O poema “Canção do exílio” (1843), de Gonçalves Dias, talvez seja o texto mais parodiado de nossa literatura: “Minha terra tem palmeiras Onde canta o sabiá; As aves


Era uma contadora de histórias a minha bisa. Ia dizer que ela gostava de contar os “causos” perdidos no tempo, recuperados por sua memória e ofertados por sua voz,

Não me lembro se no livro A gestação do futuro ou em Da esperança, Rubem Alves diz que “escrevemos para descobrir co(n)spiradores, gente que respire o mesmo ar”. Acredito

8 8 8 8 8 O poema acima é meu; a imagem de fundo é de Jone Bengoa, artista espanhol cuja obra, composta por aquarelas, se caracteriza por expressar imensa