
BLOG E LIVRO NOVO… E SORTEIO
“Casar dois filhos num ano só é para os fortes”, diz minha mãe com algum exagero. Minha filha se casou, é fato, e meu filho construiu e se mudou

“Casar dois filhos num ano só é para os fortes”, diz minha mãe com algum exagero. Minha filha se casou, é fato, e meu filho construiu e se mudou


. Outro dia escrevi a uma amiga pedindo que desse por mim um grande beijo, com o olhar, na cidade de Lisboa, que eu amo. Ela está a viver

. Publicado em março de 2014, em São Paulo, e apresentado aqui no blog em maio, o livro Florbela sob novo olhar não havia ainda sido divulgado em Machado-MG,

. Houve um tempo em que eu desejava intensamente saber qual a medida correta do amor a fim de amar com exatidão: nem de menos, nem demais, de modo

. Em sua coluna COMUNICAR-TE, no Jornal da Cidade, de Poços de Caldas (MG), o professor, historiador e poeta visual Hugo Pontes publicou um comentário bastante elogioso – que abaixo compartilho –

. Meu pai era um homem habilidoso, capaz de criar botões de madeira e miniaturas perfeitas de taças, jarras e tachos. No quintal da minha infância havia uma limeira

. Costumam ser dois os caminhos que a crítica literária palmilha a propósito da obra de Florbela Espanca (de quem falei aqui): ou a veem como uma romântica extemporânea, influenciada

. De origem tupi, o nome Jussara designa uma palmeira cujos espinhos serviam aos índios como agulhas para tecer. A coceira provocada pelo pó dessa palmeira é que gerou seu nome:

. Eram muitos quilômetros a serem percorridos, a pé ou em lombo de mula, entre um povoado e outro. Às vezes a noite surpreendia o caminheiro ainda longe do