
“FIO” – POEMA DE JUSSARA N REZENDE
Fiel à temática estelar que gerou os poemas do livro Breve lua*, o poema “Fio” metaforiza como riso o fragmento visível da lua nova: .

Fiel à temática estelar que gerou os poemas do livro Breve lua*, o poema “Fio” metaforiza como riso o fragmento visível da lua nova: .

Em plena via a flor do cacto – no ato, a poesia . . Beijo&Carinho, . Imagem destacada

. LUÍSA . . Feito brisa em minha vida entrou Luísa. . . Deslumbrou retinas enlouqueceu rotinas e prendeu com laços espaços no meu coração. . . Virou acalanto

Em tempos em que enorme rapidez mal separa ideia, escrita e publicação, pode parecer ultrapassado o que vou dizer aqui. Pode parecer, mas não é.


Eu quero sempre mais que o tempo permite e essa gula me paralisa e só aumenta meu querer tornado impossível. Há contas por fazer, mas na cama os

“Siqueiriiinha!… Quareeesma!” Apenas escurecia, mas o grito da Lupércia, mãe do menino, conseguia, ao menos durante aqueles quarenta dias, trazê-lo mais cedo para casa

SOMATÓRIA Se somadas, as noites darão um mês? Quem fez supor que o tempo e seu açoite bons matemáticos seriam da emoção?

. Um poeminha que brinca com as ideias de “fora” e “dentro”, de “choro” e “chuva”. A janela, perto da qual se encontra uma silhueta feminina, faz supor o

O poema “Canção do exílio” (1843), de Gonçalves Dias, talvez seja o texto mais parodiado de nossa literatura: “Minha terra tem palmeiras Onde canta o sabiá; As aves