
“CANTIGA” – POEMA DE JUSSARA N REZENDE
CANTIGA Tamborim na noite, desperta a chuva tantos flautins: Lirim lirim lirim Solfeja a noite – tão ritmada – vestida

CANTIGA Tamborim na noite, desperta a chuva tantos flautins: Lirim lirim lirim Solfeja a noite – tão ritmada – vestida

MATIZ A lua em seu curso a Deus obedece. É Ele quem tece os véus de seu uso. É Deus

Em frente à janela um filhote de ipê ensaia amarelos pr’aquele que vê. Beijo&Carinho,

Mesmo um texto mínimo necessita ser revisado a fim de melhor comunicar e conferir credibilidade ao que é dito. O texto abaixo, veiculado hoje nas redes sociais por

NÃO PODE O BARRO Não pode o barro escolher os traços do acabado artefato do artesão criador. Por isso, Oleiro, me convém (sou

A bela tela que serve de fundo ao meu poeminha – e que também aparece em destaque – é de autoria de Angel

COLHEITA Fria manhã: rosas recém colhidas – doce afã! Beijo&Carinho,

A morte de Jesus não foi um acidente de percurso, como costumam acreditar. Ele não morreu por nenhuma conjuntura político-econômica-religiosa. Claro que houve um contexto histórico-religioso, sim, que

A tela que emoldura meu poema e que aparece em destaque é “A noite estrelada”, do pintor holandês Vincent Willem van Gogh, uma das figuras mais

Aproveite o friozinho para degustar o poeminha acima e uma fatia de bolo com café quentinho. Eis a receita do bolo: Em uma vasilha, coloque 2